A juíza Vanessa Vaitekunas Zapater afirmou que o histórico criminal de Suzane von Richthofen não impede a nomeação dela como inventariante do espólio do tio materno, Miguel Abdalla Neto, encontrado morto aos 76 anos no início de janeiro, em São Paulo.

Na decisão, obtida pela CNN Brasil, a magistrada destacou que a análise do caso deve se limitar aos critérios legais previstos no Código de Processo Civil. Segundo a juíza, “o histórico criminal da herdeira não tem relevância jurídica”.

A juíza ressaltou ainda que, até o momento, Suzane é a única herdeira que manifestou interesse formal em assumir a função. O outro herdeiro identificado no processo não se pronunciou, o que, segundo a decisão, reforça a nomeação.

O despacho também aborda a disputa com Silvia Magnani, que afirma ter mantido uma união estável com Miguel Abdalla Neto por mais de uma década. A magistrada apontou que, por ora, não há comprovação suficiente de convivência na data do óbito.

O parente de Richthofen foi encontrado morto, aos 76 anos, no início de janeiro deste ano em uma residência no bairro Campo Belo, na zona sul da capital paulista.

FONTE: CNN Brasil | FOTO: Reprodução