É chegado o último trimestre de 2021. Tempo de planejar, de replanejar, de manter, de mudar. Um ano desafiador pela promessa de retomada do pós-pandemia que se tornou um ano incerto pela segunda onda causada pelo Covid-19. Quem sai de 2021 sem grandes aprendizados aparentemente hibernou nesses 365 dias…
Costumo dizer que a simbologia do final do ano é força motriz para tomarmos a iniciativa para mudanças. É nesse momento que as promessas surgem: dieta, academia, novos rumos profissionais e empresariais. É a hora de mudar, implantar novos hábitos e prover modificações de cenários, afinal nada muda se você não muda.
Costumo dizer que processos de mudança devem começar com um inquietude acerca de um status quo implantado. Se esse inquietude for subsidiada de fatos e números, melhor ainda. Decisões de mudança de cenários e estratégias precisam ser racionais, mas carregar um tanto de emoção também é válido nesse processo. Dentro do seu negócio (ou da sua carreira) avalie o que te incomoda, procure comprovar isso com fatos e embase-os com números. Se a baixa taxa de crescimento da sua empresa te deixa angustiado, procure levantar o que pode estar ocorrendo e analise numericamente o que te impede de crescer como você gostaria. Esse exemplo pode facilmente ser expandido para qualquer outra área de sua vida profissional, cabe o exercício.
A dica de ouro é que não devemos deixar para planejar nosso novo ciclo nos fogos do revéillon: o último trimestre do ano deve ser utilizado como um período de análise e projeção. Começar qualquer planejamento no início do ano vindouro é perda de tempo, é “trocar o pneu com o carro andando. Outubro, novembro e dezembro estão aí para te fazer concretizar o que está a caminho e para te possibilitar planejamento para o que não será conquistado. É tempo de planejamento!

