Somos convidados, diariamente, a atuarmos dentro de processos organizacionais. Seja como clientes (de um restaurante, por exemplo) ou como profissionais (realizando nossos trabalhos cotidianos), experimentar e ser parte de rotinas empresariais é um exercício diário para qualquer cidadão.
A vida é um processo, meus amigos. Sair pra trabalhar todos os dias é um segundo processo e planejar uma viagem também não deixa de se caracterizar como um processo. Compreende-se como processo uma sequência de atividades lógicas e concatenadas que, necessariamente, precisa ter uma finalidade específica. Ao sair para trabalhar todos os dias, nosso maior objetivo é o de chegar aos nossos escritórios com o mínimo de estresse e sem atrasos. Ao se vender um serviço, por outro lado, a grande finalidade é resolver o problema do nosso cliente por meio de uma solução que temos. Percebe-se – claramente – que dialogamos e praticamos processos a todo instante. Sob esta ótica, construir processos funcionais e eficientes nos leva a um patamar de melhores e mais concretos resultados.
Pensar eficiência processual é fundamental para compreender eficácia organizacional. Eficiência é fazer o correto, da forma correta. Eficácia é resultado final, o que colhemos após um trabalho eficiente. Eficiência é meio, eficácia é fim. Construir, dessa forma, processos eficientes – que gerem baixos custos, possuindo etapas necessárias, agregadoras e não-burocráticas e que entreguem um objetivo alinhado à necessidade do cliente – irá gerar um alto índice de eficácia do negócio. Em suma, compreender que suas rotinas empresariais estão saudáveis possibilita uma última linha da DRE tão saudável quanto.
Qual foi a última vez que você colocou em xeque o Status Quo da sua rotina de trabalho?
